Daqui a pouquíssimas horas começa o CarnaCoogee 2011, no Coogee Bay Hotel, em Sydney, e a festa promete. Pelo que estou vendo na janela, hoje São Pedro despertou com abadá, pois o céu está uma beleza (como diriam os mais antigos) e a temperatura subindo.
Balu Gimenez, organizador do CarnaCoogee e presidente de honra do que um dia será conhecido como Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos dos Eastern Suburbs, agradece!
A festa começa oficialmente às 13h, no beer garden, aquela área ao ar livre de frente para o mar. Entrada grátis! Ali serão montadas barracas de comes e bebes, incluindo churrasco, feijoada, pastel, crepe e caipirinha. A programação, que terá DJ's até às 21h, inclui:
15h Chorinho
16h30 Capoeira
18h30 Zumba (whatever it means)
Desde o início da tarde rolará o CarnaBaby, ideia de um grupo de mães que levarão seus filhos fantasiados. Dica: se você for com os seus, pirata, marinheiro, fada, Colombina, Captain Cook e Ronaldinho Gaúcho continuam em alta em 2011.
Às 21h, a festa vai para o Selina's, aquela área interna do Coogee Bay. A entrada é $25 (com direito a abadá). Lá dentro a coisa vai esquentar e a programação inclui:
22h30 Samba Australia
23h30 Bloco apresentando o nosso samba enredo
24h Marchinhas
1h20 Axé e sambas enredo do Rio de Janeiro
2h40 Bruta-montes do Coogee Bay começam a acabar com a festa
3h Fim da festa (até porque ninguém é de ferro)
Domingo de cinzas
Acima está o ensaio do bloco, para você já pegar a melodia, abaixo a letra com a explicação frase a frase e, ao centro, ou seja, neste link aqui, a entrevista que dei ontem na rádio SBS sobre tudo isso que escrevi até agora e um pouquinho mais (obrigado pelo espaço, Rafa).
Do Capitão Cook ao Mate - É carnaval no Coogee Bay
(Andrezinho Souza / Pablo Nacer)
How are you bro?
How's going mate?
É carnaval vem sambar no Coogee Bay!
How are you bro?
How's going mate?
É carnaval vem sambar no Coogee Bay!
Austrália querida, continente tão distante
(sim, gostamos da Austrália e é longe pra chuchu)
Terra de beleza fascinante
(sim, é linda)
Sua história vou contar
(é o que todos os sambas enredo fazem, contam alguma história, em geral com índios, negros, caravelas e portugueses, mas não necessariamente nesta ordem)
Capitão Cook, o primeiro
(obviamente ele não foi o primeiro, os chineses estiveram aqui em 1422, os holandeses em 1600 e pouco e os aborígenes estão há mais de 40 mil anos, mas sendo o descobridor oficial do país, vamos relevar)
Enviado por George III
(esse rei, que o enviou, era completamente louco, rivalizava com a nossa rainha dona Maria I, a Louca)
Aportou no Rio de Janeiro
(sim, a expedição que resultou no descobrimento da Austrália passou pelo Brasil, ficando uns dias no Rio de Janeiro)
De lá, pit stop na África
(sim, do Rio deu uma passadinha na África do Sul, parada oficial da rota Atlântico-Índico)
Em Fiji, o céu observar
(além de galardo dos mares, Cap. Cook também era astrônomo, e um dos objetivos da viagem era justamente observar o céu de Fiji)
E ao sul, Austrália desbravar
(o objetivo principal da missão)
O branco e o negro
(todo samba enredo precisa ter o branco e o negro)
O bretão e o índio
(todo samba enredo precisa ter índio e, no caso da Austrália, o bretão substituiu o português, também obrigatório)
O choque cultural
(num português direto: deu merda!)
O aborígene chorando
(sobrou para os silvícolas)
O inglês sorrindo
(a lei do mais forte - desde que inventaram a pólvora)
É o tema para o nosso carnaval
(frase usada em todos os sambas enredo para proporcionar a chamada liga)
O branco e o negro
O bretão e o índio
O choque cultural
O aborígene chorando
O inglês sorrindo
É o tema para o nosso carnaval
Colonizadores,
Na maioria, prisioneiros
(como todos sabem, para colonizar essa terra tão distante, a Inglaterra não mandou a realeza, nem mesmo os burgueses, e sim, os condenados e prisioneiros)
Trouxeram rum e cerveja
(não só trouxeram como movia a economia informal através do contrabando de rum, The Rocks está aí para nos mostrar)
Dor de cabeça com coelhos
(uma das ideias mais estúpidas já passada pela cabeça de um colonizador, para matar não sei qual espécie, criaram uma das maiores pragas já surgidas no hemisfério sul - e ainda tiram sarro dos portugueses)
1850, corrida do ouro
(sim, aqui, a exemplo dos Estados Unidos, também tivemos a corrida do ouro, que foi aproximadamente de 1850 a 1890 e proporcionou às bases do desenvolvimento econômico de Melbourne, outras partes de Victoria, NSW e...)
Camêlos do Afeganistão
(...Western Australia - com um imenso deserto no meio, foi preciso importar camêlos do Afeganistão para fazerem a travessia)
Século XX, fim da colônia
(com o país prosperando em função do ouro, era hora de deixar de ser colônia)
E a constituição
(e firmar a primeira constituição, em 1901)
E hoje, nação multicultural
(até 1974 era extremamente discriminatória, mas foi mudando aos poucos e a tendência é ser cada vez mais multicultural)
Um paraíso sem igual
(é um paraíso e de fato não tem igual)
Eu vou pro Coogee
(eu não ia, mas acabo de cancelar a viagem para Melbourne, portanto, eu vou para o Coogee)
Brincar o Carnaval
(sim, pra brincar o carnaval, tipo folião)
E hoje, nação multicultural
Um paraíso sem igual
Eu vou pro Coogee
Brincar o Carnaval
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Friday, March 11, 2011
Friday, March 4, 2011
Ensaio do bloco neste domingo

Neste domingo, 6 de março, tem ensaio do BlóCoogeeLoko no Coogee Bay Hotel, a partir das 18h. Preparando a bateria para o CarnaCoogee, que acontece no próximo sábado, 12 de março, essa é uma ótima oportunidade para cair no samba e também aprender o samba enredo que compus com o Andrezinho, diretor artístico do evento e mestre do cavaquinho. A entrada é grátis! Para mais informações sobre a festa, clique na imagem acima.
Abaixo, segue o samba enredo:
Do Capitão Cook ao Mate - É carnaval no Coogee Bay
(Andrezinho Souza / Pablo Nacer)
How are you bro?
How's going mate?
É carnaval no Coogee Bay!
How are you bro?
How's going mate?
É carnaval no Coogee Bay!
Austrália querida, continente tão distante
Terra de beleza fascinante
Sua história vou contar
Capitão Cook, o primeiro
Enviado por George III
Aportou no Rio de Janeiro
De lá, pit stop na África
Em Fiji, o céu observar
E ao sul, Austrália desbravar
O branco e o negro
O bretão e o índio
O choque cultural
O aborígene chorando
O inglês sorrindo
É o tema para o nosso carnaval
O branco e o negro
O bretão e o índio
O choque cultural
O aborígene chorando
O inglês sorrindo
É o tema para o nosso carnaval
Colonizadores,
Na maioria, prisioneiros
Trouxeram rum e cerveja
Dor de cabeça com coelhos
1850, corrida do ouro
Camêlos do Afeganistão
Século XX, fim da colônia
E a constituição
E hoje, nação multicultural
Um paraíso sem igual
Eu vou pro Coogee
Brincar o Carnaval
E hoje, nação multicultural
Um paraíso sem igual
Eu vou pro Coogee
Brincar o Carnaval
Wednesday, February 23, 2011
Mutantes grátis, Ensaio do bloco e Planta & Raiz
A partir de hoje, quinta-feira (24/2), em Sydney, e amanhã, sexta (25/2), em Melbourne, durante uma semana vocês que ainda não compraram seus ingressos para os shows dos Mutantes poderão levar dois pelo preço de um. Isso mesmo, compra um ticket e leva outro grátis pra casa.

Os shows da maior banda brasileira de todos os tempos acontecem no dia 9 de março, no Enmore Theatre, em Sydney, e em 11 de março, no Forum Theatre, em Melba. Eu, claro, estarei nos dois!
Ingressos duplos para SYD por aqui e para MEL por aqui.
Outra coisa!

O ensaio do BlóCoogeeLoko, que seria hoje no Coogee Bay Hotel, foi transferido para este domingo, às 18h, no mesmo local. Sei que vocês vão dizer, pô, mas tem o show do Planta & Raiz no mesmo dia, como que... Sem problema!

O show do Planta na Home só vai começar mais tarde, portanto, a ideia é justamente fazer um esquenta no Coogee Bay, curtindo um samba e aprendendo o enredo, e depois seguir para Darling Harbour para cair na regueira (bus 373) - parecido com o que já rola com o Favela pós-Coogee ou Beach Road. A entrada para o ensaio é grátis.
Para quem ainda não tem ingresso para o Planta & Raiz, passe na agência da City ou de Bondi da Ozzy Study Brazil nesta sexta-feira e garanta.
Os próximos ensaios acontecem no domingo, 6 de março, e depois na quinta, 10 de março. O CarnaCoogee é dia 12 de março!

Os shows da maior banda brasileira de todos os tempos acontecem no dia 9 de março, no Enmore Theatre, em Sydney, e em 11 de março, no Forum Theatre, em Melba. Eu, claro, estarei nos dois!
Ingressos duplos para SYD por aqui e para MEL por aqui.
Outra coisa!

O ensaio do BlóCoogeeLoko, que seria hoje no Coogee Bay Hotel, foi transferido para este domingo, às 18h, no mesmo local. Sei que vocês vão dizer, pô, mas tem o show do Planta & Raiz no mesmo dia, como que... Sem problema!

O show do Planta na Home só vai começar mais tarde, portanto, a ideia é justamente fazer um esquenta no Coogee Bay, curtindo um samba e aprendendo o enredo, e depois seguir para Darling Harbour para cair na regueira (bus 373) - parecido com o que já rola com o Favela pós-Coogee ou Beach Road. A entrada para o ensaio é grátis.
Para quem ainda não tem ingresso para o Planta & Raiz, passe na agência da City ou de Bondi da Ozzy Study Brazil nesta sexta-feira e garanta.
Os próximos ensaios acontecem no domingo, 6 de março, e depois na quinta, 10 de março. O CarnaCoogee é dia 12 de março!
Monday, February 21, 2011
Direto da redação
Como está tudo acontecendo ao mesmo tempo e nos próximos dias, vamos manchetando as penúltimas que chegam à redação:

Começando pelo extremo norte da Austrália, mais precisamente em Milingimbi Island, cerca de 400km a leste de Darwin, onde um menino de 14 anos está desaparecido desde a manhã de domingo, sendo que o principal suspeito é um crocodilo, o Hebert (foto acima). Levando em consideração que os crocodilos de água salgada daquela região chegam a seis metros de comprimento, as autoridades locais não têm muita esperança de encontrá-lo vivo.
Ainda em Northern Territory, ontem, às 21:59:35, um terremoto de 4.7 de magnitude sacudiu o Outback, num ponto a 334 km a nordeste de Alice Springs. Para ser mais exato, em 21.069°S, 135.432°E.
No esporte, com o cancelamento do GP de Fórmula 1 que aconteceria em 13 de março, no Bahrein, em virtude da instabilidade política vivida pelo país, a abertura da temporada 2011 passa a ser na Austrália, com o GP em Melbourne no dia 27 de março.

A partir de hoje à noite, a Tropical Heat, reggae que a Fibra Entertainment e a Ozzy Study Brazil faziam no Cock n' Bull, toda terça-feira, passa a ser na The Eastern, também ali em Bondi Junction. A entrada continua grátis, no palco Ziggy and Wild Drums e Caribbean Soul mantêm-se revezando e cerveja custará $4 a noite inteira, a diferença é que agora a regueira vai até de madrugada.

Já que o assunto é carnaval, na sexta-feira, em Melbourne, a amiga Juliana Frantz junta o útil ao agradável começando a temporada 2011 do Samba Cine Club com a festa de carnaval mais cool de Melba. Entre as atrações, dj's, bandas ao vivo tocando marchinhas e sambas, entre outros, comes e bebes, concurso de fantasia que vai premiar o vencedor com um par de ingressos para o show dos Mutantes, além, é claro, exibição de curtas-metragem sobre carnaval. Entrada $5 para quem for fantasiado e $10 para quem for sem fantasia. Infos>>>

Também na sexta, o Costa Rae se apresenta no 505 (280 Cleveland St), em Surry Hills. Para quem não sabe, o Costa Rae, ex-Dubbly, é a banda do Fernando Aragones, também conhecido pelos trabalhos solo e com o Toca Jorge. Com uma pegada bem setentista, o Costa Rae traz uma sonoridade californiana juntando com a cultura de praia da Austrália atual. Som de primeira! Ouvir>>>

Sábado e domingo, o Hyde Park South vai receber cerca de 90 vinícolas de 14 diferentes regiões de New South Wales, em uma espécie de Walt Disney para adultos fanfarrões. Trata-se do NWS Wine Festival, o maior festival de vinho de Sydney. Entrada grátis! Infos>>>

Já o segundo ensaio do BlóCoogeeLoko, que seria na quinta, no Coogee Bay Hotel, foi transferido para o domingo, no mesmo lugar, só que a partir das 18h. A bateria ainda está sendo formada para o CarnaCoogee 2011, portanto, se você quer fazer parte, é só colar lá. A entrada é grátis! Para conhecer o samba enredo que compus juntamente com o Andrezinho, especialmente para o bloco, clique aqui! E de lá, a caravana do reggae segue para a Home, em Darling Harbour, onde acontece o primeiro show do Planta & Raiz na Austrália (vide abaixo).

Fechando esta semana e abrindo a próxima, a banda paulistana de reggae Planta & Raiz faz duas apresentações na Austrália. Domingo, dia 27, na Home Nightclub, em Sydney, e na segunda, dia 28, no Coolangatta Hotel, na Gold Coast (este com show de abertura do Ziggy and Wild Drums). Ingressos à venda na Ozzy Study Brazil.

Começando pelo extremo norte da Austrália, mais precisamente em Milingimbi Island, cerca de 400km a leste de Darwin, onde um menino de 14 anos está desaparecido desde a manhã de domingo, sendo que o principal suspeito é um crocodilo, o Hebert (foto acima). Levando em consideração que os crocodilos de água salgada daquela região chegam a seis metros de comprimento, as autoridades locais não têm muita esperança de encontrá-lo vivo.
Ainda em Northern Territory, ontem, às 21:59:35, um terremoto de 4.7 de magnitude sacudiu o Outback, num ponto a 334 km a nordeste de Alice Springs. Para ser mais exato, em 21.069°S, 135.432°E.
No esporte, com o cancelamento do GP de Fórmula 1 que aconteceria em 13 de março, no Bahrein, em virtude da instabilidade política vivida pelo país, a abertura da temporada 2011 passa a ser na Austrália, com o GP em Melbourne no dia 27 de março.

A partir de hoje à noite, a Tropical Heat, reggae que a Fibra Entertainment e a Ozzy Study Brazil faziam no Cock n' Bull, toda terça-feira, passa a ser na The Eastern, também ali em Bondi Junction. A entrada continua grátis, no palco Ziggy and Wild Drums e Caribbean Soul mantêm-se revezando e cerveja custará $4 a noite inteira, a diferença é que agora a regueira vai até de madrugada.

Já que o assunto é carnaval, na sexta-feira, em Melbourne, a amiga Juliana Frantz junta o útil ao agradável começando a temporada 2011 do Samba Cine Club com a festa de carnaval mais cool de Melba. Entre as atrações, dj's, bandas ao vivo tocando marchinhas e sambas, entre outros, comes e bebes, concurso de fantasia que vai premiar o vencedor com um par de ingressos para o show dos Mutantes, além, é claro, exibição de curtas-metragem sobre carnaval. Entrada $5 para quem for fantasiado e $10 para quem for sem fantasia. Infos>>>

Também na sexta, o Costa Rae se apresenta no 505 (280 Cleveland St), em Surry Hills. Para quem não sabe, o Costa Rae, ex-Dubbly, é a banda do Fernando Aragones, também conhecido pelos trabalhos solo e com o Toca Jorge. Com uma pegada bem setentista, o Costa Rae traz uma sonoridade californiana juntando com a cultura de praia da Austrália atual. Som de primeira! Ouvir>>>

Sábado e domingo, o Hyde Park South vai receber cerca de 90 vinícolas de 14 diferentes regiões de New South Wales, em uma espécie de Walt Disney para adultos fanfarrões. Trata-se do NWS Wine Festival, o maior festival de vinho de Sydney. Entrada grátis! Infos>>>

Já o segundo ensaio do BlóCoogeeLoko, que seria na quinta, no Coogee Bay Hotel, foi transferido para o domingo, no mesmo lugar, só que a partir das 18h. A bateria ainda está sendo formada para o CarnaCoogee 2011, portanto, se você quer fazer parte, é só colar lá. A entrada é grátis! Para conhecer o samba enredo que compus juntamente com o Andrezinho, especialmente para o bloco, clique aqui! E de lá, a caravana do reggae segue para a Home, em Darling Harbour, onde acontece o primeiro show do Planta & Raiz na Austrália (vide abaixo).

Fechando esta semana e abrindo a próxima, a banda paulistana de reggae Planta & Raiz faz duas apresentações na Austrália. Domingo, dia 27, na Home Nightclub, em Sydney, e na segunda, dia 28, no Coolangatta Hotel, na Gold Coast (este com show de abertura do Ziggy and Wild Drums). Ingressos à venda na Ozzy Study Brazil.
Tuesday, February 15, 2011
Ensaio do Bloco - Samba Enredo

O carnaval está chegando e com ele a segunda edição do CarnaCoogee, o carnaval do Balu no Coogee Bay Hotel, em Sydney. A festa será dia 12 de março, num esquema gigante que começará às 13h e vai até às 3 da manhã.
Até às 21h, a fanfarra vai ser no Beer Garden, ali fora com vista pro mar, com batucada, dj's, bandas e muito mais! A partir das 21h, a festa entra para o Selinas, que será transformado num salão de carnaval. O acesso ao Beer Garden é grátis, ao Selinas $25 (abadá incluso).
Sim, minhas amigas, meus amigos, o Balu é um tremendo fanfarrão e não só encomendou abadás, como também criou o primeiro bloco de carnaval de Sydney, o BlóCoogeeLoko, que a partir de amanhã, até o CarnaCoogee, ensaiará toda semana, no Coogee Bay. Entrada grátis!

A ideia é a seguinte, se você toca percussão ou gosta de bater lata, vá ao Coogee amanhã e faça parte da bateria, que começará a ser formada. Se você gosta de samba, de sambar ou de ambos, não perca amanhã, pois além de muita música, também será apresentado oficialmente o samba enredo do CarnaCoogee 2011, composto pelo Andrezinho e por mim.
Segue a letra!
Do Capitão Cook ao Mate - É carnaval no Coogee Bay
(Andrezinho Souza / Pablo Nacer)
How are you bro?
How's going mate?
É carnaval no Coogee Bay!
How are you bro?
How's going mate?
É carnaval no Coogee Bay!
Austrália querida, continente tão distante
Terra de beleza fascinante
Sua história vou contar
Capitão Cook, o primeiro
Enviado por George III
Aportou no Rio de Janeiro
De lá, pit stop na África
Em Fiji, o céu observar
E ao sul, Austrália desbravar
O branco e o negro
O bretão e o índio
O choque cultural
O aborígene chorando
O inglês sorrindo
É o tema para o nosso carnaval
O branco e o negro
O bretão e o índio
O choque cultural
O aborígene chorando
O inglês sorrindo
É o tema para o nosso carnaval
Colonizadores,
Na maioria, prisioneiros
Trouxeram rum e cerveja
Dor de cabeça com coelhos
1850, corrida do ouro
Camêlos do Afeganistão
Século XX, fim da colônia
E a constituição
E hoje, nação multicultural
Um paraíso sem igual
Eu vou pro Coogee
Brincar o Carnaval
E hoje, nação multicultural
Um paraíso sem igual
Eu vou pro Coogee
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Sydney
Thursday, February 10, 2011
Post/Poste
Vejam este post não como um post, mas como um poste. Entenderam? Nem eu!

A questão é a seguinte, o tempo é curto, os eventos são vários, hoje é sexta-feira e como um diretor de arte preguiçoso já disse que uma imagem vale por mil palavras, seguem alguns cartazes de eventos no melhor estilo poste de rua.
Hoje (sexta à noite)

Amanhã (sábado à noite)

Próxima quinta - Ensaio do bloco com apresentação do samba enredo composto pelo Andrezinho e por este que vos escreve, especialmente para o CarnaCoogee 2011. Afinal, How are you brow? How's going mate? É Carnaval no Coogee Bay!

Sábado que vem

Março

Março

A questão é a seguinte, o tempo é curto, os eventos são vários, hoje é sexta-feira e como um diretor de arte preguiçoso já disse que uma imagem vale por mil palavras, seguem alguns cartazes de eventos no melhor estilo poste de rua.
Hoje (sexta à noite)

Amanhã (sábado à noite)

Próxima quinta - Ensaio do bloco com apresentação do samba enredo composto pelo Andrezinho e por este que vos escreve, especialmente para o CarnaCoogee 2011. Afinal, How are you brow? How's going mate? É Carnaval no Coogee Bay!

Sábado que vem

Março

Março
Saturday, December 18, 2010
Domingão e Fundraiser
Hoje a agenda está cheia! Enquanto a Austrália derrota a Inglaterra em Perth salvando a secular série The Ashes no cricket, os Canários estão no Centennial Park fazendo o anual futebol das piranhas. Ainda dá tempo de passar lá, comer um churrasco, tomar uma cerveja e ajudar o Leandro Barata, já que todo o lucro será revertido para a Fundraiser for Leandro.

Mais tarde, das 18h à 22h, no Coogee Bay Hotel, Balu fecha sua série de eventos em 2010 com o Beach Samba - Xmas Special, que trará samba de roda. Isso mesmo! Samba de roda em Coogee. A entrada é grátis até às 19h e após é $10.
Depois, das 22h às 3h, no Favela (Kellet Street - Potts Point), acontece a Fundraiser for Leandro, festa com toda a verba revertida para custear a vinda dos pais do Leandro e os gastos hospitalares. Entrada $20. Caso não possa ir, eis os dados para ajudar:
Account Name: Leandro Santos Fundraising
Account Number: 491928339
BSB: 112-879

Mais tarde, das 18h à 22h, no Coogee Bay Hotel, Balu fecha sua série de eventos em 2010 com o Beach Samba - Xmas Special, que trará samba de roda. Isso mesmo! Samba de roda em Coogee. A entrada é grátis até às 19h e após é $10.
Depois, das 22h às 3h, no Favela (Kellet Street - Potts Point), acontece a Fundraiser for Leandro, festa com toda a verba revertida para custear a vinda dos pais do Leandro e os gastos hospitalares. Entrada $20. Caso não possa ir, eis os dados para ajudar:
Account Name: Leandro Santos Fundraising
Account Number: 491928339
BSB: 112-879
Monday, December 13, 2010
Gabi, Oprah e Bono
Ela não poderia ter escolhido dia mais concorrido para chegar em Sydney. Na verdade, no planeta. Com o típico céu azul de verão, não tomou conhecimento de que Oprah Winfrey estava velejando com Russel Crowe na Sydney Harbour, nem mesmo que o U2 fazia seu show de abertura da turnê 360 na cidade.

Mas ontem, Gabriella Gilani Gimenez, 3,86kg / 50 cm, estreou com tudo. Gabi é filha do Balu, praticamente dono desse blog, com a Carol, que deu à luz através de parto "super natural e tranquilo", segundo a própria. Para dar as boas-vindas, vou explicar para a Gabi exatamente o que acontecia em Sydney no dia em que ela nasceu.

Gabi, quando você veio ao mundo, a cidade estava uma loucura. Tia Oprah, a mulher mais poderosa do planeta (depois da mamãe, é claro), veio lá do outro lado do mundo para vender a Austrália. Parece estranho, mas você vai entender quando crescer. Tudo o que ela toca ou fala vira ouro ou presidente dos Estados Unidos, e foi com essa ideia que a trouxeram para gravar alguns episódios da última temporada do programa na Austrália.
Em poucos anos, quando papai levar você pra passear no zoológico, você vai ver canguru, coala e outros bichinhos que só têm por aqui. Esse país que você nasceu é uma imensa ilha com bichos diferentes, pouca gente, forte herança colonial e longe pra chuchu, o que talvez explique esse louvor provinciano em torno da Tia Oprah. Não me entenda mal, a tia é legal, ajuda as pessoas, salva os bichinhos, mas uma apresentadora de tv causar a Oprahmania que estamos vivendo, é de mais.

Já o Tio Gladiador, que também é muito famoso em todo mundo, deve ter pago um dinheirão ou usado toda a influência, poder ou seja lá o que foi, para conseguir vender o peixe dele, na verdade, o coelhinho dele, que é o South Sydney Rabbitohs, time de Rugby League. É praticamente impossível calcular o preço para que Tia Oprah use um boné com um logotipo. Se, por exemplo, papai quisesse colocar o logo da Barbiecrew ou da Baluart no chapéu da Tia, ele precisaria estar vendendo quantidades industriais de picanha e trazendo shows para a Austrália do tamanho do U2, o que não é fácil.

Sim, Gabizinha, Tio Bono é outro cara legal que ajuda as pessoas, salva os bichinhos e tem livre acesso ao presidente dos Estados Unidos. Ele também estava ontem na cidade. Uncle Bono veio com seus amigos de longa data do U2 para se apresentar para 60 mil pessoas. Ter amiguinhos é muito importante. Hoje à noite ele se apresenta novamente, mas você ainda é muito pequititita para ir ao concerto. Quem sabe em alguns anos.

Todos eles são grandes estrelas, o que dá para falar que você nasceu em Sydney, 13 de dezembro de 2010, sob a luz das constelações de Oprah Winfrey, U2 e Bono Vox. Acredite, não é pouco! E no horóscopo chinês das celebridades, no ano do coelhinho (ou rabbithos, como dizemos aqui).
Bem-vinda, Babi, e parabéns Carol e Balu!

Mas ontem, Gabriella Gilani Gimenez, 3,86kg / 50 cm, estreou com tudo. Gabi é filha do Balu, praticamente dono desse blog, com a Carol, que deu à luz através de parto "super natural e tranquilo", segundo a própria. Para dar as boas-vindas, vou explicar para a Gabi exatamente o que acontecia em Sydney no dia em que ela nasceu.

Gabi, quando você veio ao mundo, a cidade estava uma loucura. Tia Oprah, a mulher mais poderosa do planeta (depois da mamãe, é claro), veio lá do outro lado do mundo para vender a Austrália. Parece estranho, mas você vai entender quando crescer. Tudo o que ela toca ou fala vira ouro ou presidente dos Estados Unidos, e foi com essa ideia que a trouxeram para gravar alguns episódios da última temporada do programa na Austrália.
Em poucos anos, quando papai levar você pra passear no zoológico, você vai ver canguru, coala e outros bichinhos que só têm por aqui. Esse país que você nasceu é uma imensa ilha com bichos diferentes, pouca gente, forte herança colonial e longe pra chuchu, o que talvez explique esse louvor provinciano em torno da Tia Oprah. Não me entenda mal, a tia é legal, ajuda as pessoas, salva os bichinhos, mas uma apresentadora de tv causar a Oprahmania que estamos vivendo, é de mais.

Já o Tio Gladiador, que também é muito famoso em todo mundo, deve ter pago um dinheirão ou usado toda a influência, poder ou seja lá o que foi, para conseguir vender o peixe dele, na verdade, o coelhinho dele, que é o South Sydney Rabbitohs, time de Rugby League. É praticamente impossível calcular o preço para que Tia Oprah use um boné com um logotipo. Se, por exemplo, papai quisesse colocar o logo da Barbiecrew ou da Baluart no chapéu da Tia, ele precisaria estar vendendo quantidades industriais de picanha e trazendo shows para a Austrália do tamanho do U2, o que não é fácil.

Sim, Gabizinha, Tio Bono é outro cara legal que ajuda as pessoas, salva os bichinhos e tem livre acesso ao presidente dos Estados Unidos. Ele também estava ontem na cidade. Uncle Bono veio com seus amigos de longa data do U2 para se apresentar para 60 mil pessoas. Ter amiguinhos é muito importante. Hoje à noite ele se apresenta novamente, mas você ainda é muito pequititita para ir ao concerto. Quem sabe em alguns anos.

Todos eles são grandes estrelas, o que dá para falar que você nasceu em Sydney, 13 de dezembro de 2010, sob a luz das constelações de Oprah Winfrey, U2 e Bono Vox. Acredite, não é pouco! E no horóscopo chinês das celebridades, no ano do coelhinho (ou rabbithos, como dizemos aqui).
Bem-vinda, Babi, e parabéns Carol e Balu!
Thursday, December 2, 2010
I Les Murray Cup
A verdade é uma só: o australiano médio, aquele tomador de VB em RSL, está pouco se lixando para o futebol (ou soccer, como ainda chamam por aqui).
Independentemente do que rola na Fifa, o que mais contou contra a candidatura australiana foi o desinteresse da população em ver o país sediando a competição, e a oposição interna de diversos setores, incluindo meios de comunicação e entidades esportivas como NRL e, principalmente, AFL.
Afinal, eles sabem do perigo que o futebol representa para as diferentes ligas de rugby, para o Australian Football, cricket etc, pois uma vez que pegar, vai estourar e ficar pra sempre. Mas, por ora, o soccer não passa de esporte de imigrante e wog (filho de imigrante nascido na Austrália).

A única emissora que realmente apoia o futebol no país é a SBS, que transmite alguns jogos internacionais ao vivo, possui programas especializados, abre espaço em seus noticiários e, acima de tudo, transmite a Copa do Mundo desde 1986 (só não mostra mais porque a Fox Sports compra tudo e o governo não protege a transmissão em tv aberta de futebol como de outros esportes nacionais). E ninguém simboliza melhor o futebol na emissora e na própria Austrália do que o lendário Les Murray, australiano nascido na Hungria apaixonado pelo esporte que esteve presente na transmissão de todas as Copas exibidas pela SBS.
Com esse perfil e trabalhando há décadas na única emissora realmente multicultural do país, não é de se estranhar que o cara é um entusiasta do futebol brasileiro e, infelizmente, vascaíno. Mas tem explicação. E matemática!

Les Murray está para o futebol australiano assim como os Canarinhos estão para o futebol brasileiro em Sydney. Ou seja, pensou em jogar uma pelada com brasileiros na cidade, o primeiro pensamento que vem à cabeça é o Sydney Brazilian Social Club, o popular Canarinhos, que desde 1972 joga religiosamente todo santo domingo, sendo que há pelo menos 20 anos no campo 7 do Centennial Park, oficialmente batizado de Brazilian Fields.
Pois bem, há tempos Les Murray é, digamos, patrono dos Canários, não em termos financeiros, mas no sentido de apoiar e dar força ao clube, já que o nome do homem pesa. Em 2004, por exemplo, juntamente com o atual presidente, Gel Freire, e o grande Dinamite, o maior artilheiro do Centennial Park caso o gol fosse 2 metros mais alto, Murray esteve no Brasil e acabou se convertendo ao time de São Januário.
E agora, para homenageá-lo e retribuir o apoio, os Canários criaram a I Les Murray Cup, competição que acontece neste domingo, no... Centennial Park, a partir das 9h30. A copa será disputada por 12 times formados por jogadores de diferentes nacionalidades e localidades. Serão 13 partidas no total, incluindo a grande final. Além do futebol, claro, vai rolar muita festa nos arredores, com participação especial do próprio Les Murray, que fará o discurso de abertura. Entrada grátis!

E para celebrar a primeira edição, às 17h, todos seguem para o Selina's, no Coogee Bay Hotel, onde rola mais uma edição do Beach Samba, festa da Baluart com batucada de esquenta e Samba Groove até às 22h. A entrada é grátis até às 19h - tanto pra mulher quanto pra homem. Depois é $10.

Enfim, se o australiano não gosta de futebol, o problema é dele. Nós gostamos! Se a Rússia e o Catar tem quantidades intercontinentais de petro-dólares, bom para a Fifa. Por aqui, um viva ao Les Murray e aos Canários (clique aqui para ler a história dos Canarinhos na íntegra)!
Independentemente do que rola na Fifa, o que mais contou contra a candidatura australiana foi o desinteresse da população em ver o país sediando a competição, e a oposição interna de diversos setores, incluindo meios de comunicação e entidades esportivas como NRL e, principalmente, AFL.
Afinal, eles sabem do perigo que o futebol representa para as diferentes ligas de rugby, para o Australian Football, cricket etc, pois uma vez que pegar, vai estourar e ficar pra sempre. Mas, por ora, o soccer não passa de esporte de imigrante e wog (filho de imigrante nascido na Austrália).

A única emissora que realmente apoia o futebol no país é a SBS, que transmite alguns jogos internacionais ao vivo, possui programas especializados, abre espaço em seus noticiários e, acima de tudo, transmite a Copa do Mundo desde 1986 (só não mostra mais porque a Fox Sports compra tudo e o governo não protege a transmissão em tv aberta de futebol como de outros esportes nacionais). E ninguém simboliza melhor o futebol na emissora e na própria Austrália do que o lendário Les Murray, australiano nascido na Hungria apaixonado pelo esporte que esteve presente na transmissão de todas as Copas exibidas pela SBS.
Com esse perfil e trabalhando há décadas na única emissora realmente multicultural do país, não é de se estranhar que o cara é um entusiasta do futebol brasileiro e, infelizmente, vascaíno. Mas tem explicação. E matemática!

Les Murray está para o futebol australiano assim como os Canarinhos estão para o futebol brasileiro em Sydney. Ou seja, pensou em jogar uma pelada com brasileiros na cidade, o primeiro pensamento que vem à cabeça é o Sydney Brazilian Social Club, o popular Canarinhos, que desde 1972 joga religiosamente todo santo domingo, sendo que há pelo menos 20 anos no campo 7 do Centennial Park, oficialmente batizado de Brazilian Fields.
Pois bem, há tempos Les Murray é, digamos, patrono dos Canários, não em termos financeiros, mas no sentido de apoiar e dar força ao clube, já que o nome do homem pesa. Em 2004, por exemplo, juntamente com o atual presidente, Gel Freire, e o grande Dinamite, o maior artilheiro do Centennial Park caso o gol fosse 2 metros mais alto, Murray esteve no Brasil e acabou se convertendo ao time de São Januário.
E agora, para homenageá-lo e retribuir o apoio, os Canários criaram a I Les Murray Cup, competição que acontece neste domingo, no... Centennial Park, a partir das 9h30. A copa será disputada por 12 times formados por jogadores de diferentes nacionalidades e localidades. Serão 13 partidas no total, incluindo a grande final. Além do futebol, claro, vai rolar muita festa nos arredores, com participação especial do próprio Les Murray, que fará o discurso de abertura. Entrada grátis!

E para celebrar a primeira edição, às 17h, todos seguem para o Selina's, no Coogee Bay Hotel, onde rola mais uma edição do Beach Samba, festa da Baluart com batucada de esquenta e Samba Groove até às 22h. A entrada é grátis até às 19h - tanto pra mulher quanto pra homem. Depois é $10.

Enfim, se o australiano não gosta de futebol, o problema é dele. Nós gostamos! Se a Rússia e o Catar tem quantidades intercontinentais de petro-dólares, bom para a Fifa. Por aqui, um viva ao Les Murray e aos Canários (clique aqui para ler a história dos Canarinhos na íntegra)!
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Sunday, November 28, 2010
Saturday, November 27, 2010
Domingão com Beach Samba e Bigode
Depois de alguns dias paradisíacos, hoje não vai ter jeito: praia zero. O que não significa que será aquele famoso domingão frango/Silvio Santos. Pelo contrário!

Um dia como esse pede certo descanso físico e mental, algum esporte de leve, abertura de bar mais cedo, seja em casa ou num pub, e, claro, samba.
E é aí que entra Mr Balu, Coogee e o Beach Samba, que rola hoje das 17h às 22h, no Selina's, lá no Coogee Bay Hotel, com apresentação do Samba Groove e batucada nos intervalos.
Mulher entra grátis até às 19h, depois é $10, assim como homem, que paga $10 a qualquer hora. Porém, como estamos às vésperas de encerrar o Movember 2010, Balu já avisou que homem com bigode não precisa pagar os $10, basta apenas fazer uma simbólica doação para os Rivelinos, nosso time nesse grande e bigodudo evento em prol da conscientização e tratamento do câncer de próstata e da depressão masculina. Uma urna para doação estará na entrada.
Aliás, Ricardo Nogueiro, o Cadinho, amigo que conheço desde mil novecentos e Guaraná com rolha (para usar uma expressão da época), amigo de Booker Pitman, amigo de Colégio Objetivo, amigo de Libertadores e Mundiais, amigo de viagens etilicamente intermináveis pelas Cananéias e Ubatubas da vida, e que felizmente mora na Austrália, acaba de doar $30 para os Rivas, o que nos coloca em 7654 na colocação geral (praticamente o Corinthians no ano do Centenário) com um total de $250.
Como faltam apenas dois dias para encerrar o Movember e $50 para atingirmos nossa meta de $300 para esse ano, peço que o senhor, meu amigo, e a senhora, minha amiga, cliquem aqui e doem alguns poucos doletas por algumas ótimas causas.

Um dia como esse pede certo descanso físico e mental, algum esporte de leve, abertura de bar mais cedo, seja em casa ou num pub, e, claro, samba.
E é aí que entra Mr Balu, Coogee e o Beach Samba, que rola hoje das 17h às 22h, no Selina's, lá no Coogee Bay Hotel, com apresentação do Samba Groove e batucada nos intervalos.
Mulher entra grátis até às 19h, depois é $10, assim como homem, que paga $10 a qualquer hora. Porém, como estamos às vésperas de encerrar o Movember 2010, Balu já avisou que homem com bigode não precisa pagar os $10, basta apenas fazer uma simbólica doação para os Rivelinos, nosso time nesse grande e bigodudo evento em prol da conscientização e tratamento do câncer de próstata e da depressão masculina. Uma urna para doação estará na entrada.
Aliás, Ricardo Nogueiro, o Cadinho, amigo que conheço desde mil novecentos e Guaraná com rolha (para usar uma expressão da época), amigo de Booker Pitman, amigo de Colégio Objetivo, amigo de Libertadores e Mundiais, amigo de viagens etilicamente intermináveis pelas Cananéias e Ubatubas da vida, e que felizmente mora na Austrália, acaba de doar $30 para os Rivas, o que nos coloca em 7654 na colocação geral (praticamente o Corinthians no ano do Centenário) com um total de $250.
Como faltam apenas dois dias para encerrar o Movember e $50 para atingirmos nossa meta de $300 para esse ano, peço que o senhor, meu amigo, e a senhora, minha amiga, cliquem aqui e doem alguns poucos doletas por algumas ótimas causas.
Wednesday, November 10, 2010
Beach Samba Summer 2010/11
Se as terças-feiras em Sydney virou sinônimo de reggae, o domingo vai voltar a ser de samba. E naquele mesmo esquema pé na areia do ano passado, de sair da praia e fechar a semana no Coogee Bay Hotel.
Estou falando do Beach Samba, festa do Balu que voltou no domingo, 14 de novembro, e quebrou absolutamente tudo. No palco, Samba Groove e convidados. Antes e no intervalo, ninguém menos do que o DJ Leo Chaibún, o uruguaio que mais conhece de música brasileira na Austrália.

O Beach Samba acontece semana sim semana não, das 17h à 22h no Selina's, dentro do Coogee Bay Hotel. Ó próximo será neste domingo, 28 de novembro. A entrada é $10, sendo que mulher não paga até às 19h.
Estou falando do Beach Samba, festa do Balu que voltou no domingo, 14 de novembro, e quebrou absolutamente tudo. No palco, Samba Groove e convidados. Antes e no intervalo, ninguém menos do que o DJ Leo Chaibún, o uruguaio que mais conhece de música brasileira na Austrália.

O Beach Samba acontece semana sim semana não, das 17h à 22h no Selina's, dentro do Coogee Bay Hotel. Ó próximo será neste domingo, 28 de novembro. A entrada é $10, sendo que mulher não paga até às 19h.
Thursday, July 29, 2010
Geléia - Como você nunca viu

A fera vai embora. Pouca gente conquistou tantos corações em tão pouco quanto Leonardo Paixão, ou Léo Paixão, ou Geléia, Jam Léia... Carismático, talentoso e, acima de tudo, um ser humano raro, o capixaba-carioca que em 2 anos de Austrália gravou seu nome para sempre na comunidade brasileira, em especial na de Sydney, volta no próximo dia 8 de agosto para o Brasil, onde vai morar em Porto Alegre.
O show de despedida com a Tropical Jam, a banda que o tem acompanhado, acontece nesse domingo, a partir das 18 horas, no Beach Road, e, mais do que nunca, quem não for não vai para o Céu.
Antes, no sábado, Balu, um de seus principais incentivadores, vai fazer um almoço especial com Tutu de feijão, bistequinha e banana à milaneza, do meio-dia às 17h, ao som de chorinho ao vivo tocado por Andrezinho, um dos parceiros musicais do Geléia. A entrada é grátis e o Mocean está na 34a Campbell Parade (Bondi Beach).

A seguir, Geléia fala dos motivos pelos quais está voltando, de sua experiência na Austrália, música, preconceito, homessexualismo e, acrditem, IT.
Por que você vai embora?
Nossa, difícil explicar… Um conjunto de acontecimentos aqui e no Brasil me levaram a tomar esta decisão. Mas basicamente, não conseguia ficar preso às limitações de um visto, preciso de liberdade para realizar os meus projetos e estava cada dia mais difícil sustentar todas estas etapas.
Você está mais feliz por voltar para o Brasil ou mais triste por deixar a Austrália?
Não sei o que me aguarda no Brasil nesta volta, toda uma ansiedade relativa ao novo, mas confesso que não está sendo fácil deixar a Austrália. Tristeza é uma palavra que não entra no meu vocabulário, mas posso dizer que deixo a Austrália ja com muitas saudades.
Em praticamente dois anos, você se tornou uma das pessoas mais populares e conhecidas da comunidade brasileira de Sydney, além de cantor com público cativo. Você esperava isso quando desembarcou na Austrália?
Bom saber que sou conhecido e popular na comunidade brasileira… (risos). Não esperava essa notoriedade toda. Vim pra cá para descobrir e desafiar o meu eu artístico, revolucionário, precisava dessa experiência… E as coisas foram acontecendo naturalmente. Quando vi estava cantando, envolvido em projetos de arte, comunicação, falando com as pessoas e cantando, que é uma das minhas maiores paixões.

Aliás, quando decidiu vir para a Austrália, qual era o seu objetivo?
Foi uma decisão bem rápida, mas sempre sonhada. Sempre tive vontade de ter uma experiência internacional, falar inglês, experimentar outras vivências e nunca tinha tido oportunidade. Em maio conversei com meu irmão (meu guru) e tomei a decisão. No mesmo mês avisei os meus gerentes e em julho eu estava chegando na Austrália. Meu objetivo principal aqui era aprender inglês e viver novas experiências… Realizei ambos.
Nestes dois anos, o que mais você gostou da Austrália e o que menos lhe agradou?
Sucintamente falando, adoro o jeito despojado dos australianos, os vinhos da região, a consciência ecológica e a segurança que temos aqui. De negativo, acho a indústria da comunicação e entretenimento, que tem muito a melhorar, e a distância do Brasil. Poucos, né?
Quando a música surgiu na sua vida?
Cresci com minha mãe cantando Elis Regina, Clara Nunes, Emilinha Borba, Amelinha, entre outras, e o meu pai escutando o rádio às cinco da matina com o melhor do sertanejo. Nelson Goncalves é o seu favorito. Meu primeiro CD foi do 14Bis, presente do meu irmão. Meus irmãos me influenciaram com o movimento dos anos 80, por eles serem praticamente 10 anos mais velhos do que eu, e nasci no interior, né, roda de violão, garrafão de vinho (daqueles Sangue de Boi) e boas músicas nunca faltaram na minha infância e adolescência. Me reencontrei com a música em 2007/2008 quando comecei a frequentar as aulas de cantoterapia da Sonia Joppert ali na Gávea, no Rio de Janeiro.

Quando descobriu que tinha talento para cantar?
Quando comecei a frequentar as aulas de cantoterapia, a Sonia e os colegas de classe ficavam impressionados com as escalas que eu atingia e a potência da minha voz. Fizemos alguns workshops na região serrana do Rio e tínhamos que cantar para um pequeno público do hotel onde estávamos hospedados. Minha perna tremia "quinem vara verde". No final, os aplausos eram bem entusiasmados. Daí comecei a pensar no assunto. Será mesmo? Minha professora Sonia chegou bem pertinho de mim e falou: "Você pode tudo o que voce quiser!". Arrepiei, né.
Quais são as suas principais influências musicais?
Nao tenho influência musical. Acho que prefiro falar assim. Detesto limitacões. Não posso escolher um estilo de música para me emocionar, eu sou movido pelo som, pela harmonia que toca a minha alma, se vai ser um JAZZ ou um SERTANEJO, só o momento vai me dizer. Existe uma música certa para o momento certo. Toda música e toda musicalidade tem o seu valor, por mais pobre que uma música possa parecer para alguns, a mesma música pode ser trilha sonora de bons momentos para outros.
Como começou o lance de cantar aqui na Austrália?
Há um ano, talvez mais, eu frequentava as festas brasileiras e um dia os meninos do Samba Australia me chamaram pra cantar. Fui! Daí soltei um Tim Maia, bem ao estilo Maia de ser e a galera curtiu. Em Outubro do ano passado, o Andrezinho me convidou pra fazer um domingo todo meu no Coogee Bay Hotel, num projeto da Baluart Productions. Dali em diante não parei mais. Consegui mais duas datas, fiz o CarnaCoogee e o Carnaval na Home, em Darling Harbour, o Cultura Bondi e estava planejando almejar outros voos, mas tive que colocar estes outros projetos on hold.

Qual foi a sensação de saber que independentemente de onde fosse cantar, um grande número de fãs o seguiria?
A sensação foi de muita responsabilidade. Todos nós sabemos o quanto as pessoas trabalham no dia-a-dia e, se saem de casa, é porque elas querem diversão, entreter-se, relaxar. Esse é o meu papel no palco, levar energia, matar a saudade do Brasil, colocar todo mundo pra dançar, interpretar as músicas na vivência das letras, buscar o olhar das pessoas, usar minha voz como instrumento de amor, de amizade, de alegria e também de saudade. Tenho que fazer o meu melhor sempre.
Como foi cantar para algumas pequenas multidões, como o CarnaCoogee, com cerca de 2 mil pessoas, por exemplo? Aliás, qual foi o seu maior público? E qual foi o seu show inesquecível?
Uau! Fazer o CarnaCoogee foi algo mágico e foi o meu maior público, acredito. Não somente pela grandiosidade do evento mas também pela conquista pessoal e o trabalho como produtor artístico, juntamente com o Balu e com o Andrezinho. Levar dois músicos australianos para o palco e eles serem responsáveis pelos sopros nas marchinhas foi algo bem desafiador. Talvez as pessoas não consigam entender a representatividade deste projeto visto que marchinhas de carnaval fazem parte da nossa cultura e da nossa história musical. Um marco pra mim foi minha estreia no Bondi Samba Project, onde a banda foi toda montada por mim e tive que assumir o papel de band leader, gerenciando pessoas, ensaios, repertórios, custos, etc. Todos os meus amigos estavam na plateia para me assistir. Foi confortante tê-los.

Onde você não cantou que gostaria de ter cantado?
Ah, estamos falando de sonho, de goal, de pensar grande? The Basement!
Negro, homessexual e gordo. Tanto no Brasil quanto na Austrália, é uma combinação que foge do padrão de beleza/comportamento socialmente imposto. Mesmo assim você venceu. Por que?
Porque eu não fiquei envolto disso. A primeira atitude é aceitar o seu corpo, o seu jeito de ser e de agir. Uma vez que você se aceita como você é, as coisas ficam bem mais fáceis de serem digeridas. Eu levo amor dentro do meu peito, levo respeito, levo amizade, levo sorriso, levo sinceridade para todas as outras coisas eu, definitivamente, uso MASTERCARD.

Onde você sofre (sofreu) mais preconceito, aqui ou lá? E por quais fatores?
Posso dizer que nunca sofri preconceito, nem por ser gay e nem por ser negro. O que já rolou por exemplo é a pessoa que eu sento no ônibus e a pessoa do lado dar aquela olhadinha pensando “nossa, que gordo me encostando” (risos). Mas falando sério, claro que já rolaram coisinhas do tipo “olha o viadinho”, “o gordo mais gordo” e tal, mas não dava atenção a estas pessoas e como sempre fui muito querido, eu nunca tinha tempo de responder às agressões verbais, primeiro porque eu detesto confusão e segundo porque sempre tinha um amigo que falava antes de mim. Sempre fui rodeado de grandes amigos. Em relação ao fato de ser negro, nunca sofri nada!
Desde que chegou, você emagreceu bastante. Você foi atrás disso ou foi algo que ocorreu naturalmente pelo estilo de vida daqui?
Emagreci 25 kilos pela música. Precisava respirar melhor, melhorar o meu condicionamento físico, ter potência de voz, não dá pra dançar, cantar, interpretar e ainda dar tchauzinho com 140kg, né. Ja vim do Brasil com este pensamento e consegui colocar este projeto em andamento com a ajuda da minha personal trainer Vanessa Lima.
Você teve grandes amores na Austrália? Viveu grandes paixões?
Não. Acho que esse é um ponto que eu queria ter vivido e não rolou. Tive uma vida muito corrida aqui, não tinha tempo pra nada, depois com os shows, então, piorou. Mas posso dizer que provei do tempero australiano… e gostei, viu. Acho que eles são mais tranquilos em relacão a relacionamento, às vezes essa “latinidade” que temos é exagerada.
Voltando alguns anos, quando descobriu a sua homessexualidade?
Quando eu estava na faculdade e consegui minha independência financeira. Fiz 2 meses de terapia e fui me jogar pelas nights gay do Rio de Janeiro. Uma vez me aceito como gay, quis contar para o mundo.

Como foi falar para a família? Qual foi a reação deles?
Foi maravilhosa! Meus irmãos, meus melhores amigos só ficaram preocupados com a reação dos meus pais. Minha mãe me veio com a frase: "Quer dizer que eu não vou ter um neto de voce? É temporario?" (risos) Uma fofa! E o meu pai simplesmente falou que queria a minha felicidade e que me amaria da mesma maneira. Com isso, liguei o foda-se para o resto do mundo! Piegas, mas tenho uma família de ouro!
E depois, no seu ciclo de amizades, na vizinhança, o que aconteceu? Fale um pouco onde você vivia naquela época?
As pessoas já sabiam. O problema estava dentro de mim mesmo, e eu consegui me assumir. A partir desse momento, eu conseguia falar de sexo, homossexualismo, bissexualismo com muita naturalidade. Os meus amigos da faculdade (detalhe, todos heteros) me abraçaram e ficaram felizes por mim, por eu ter verbalizado os meus sentimentos. Eu vivia numa prisão emocional e não sabia. Voltei a sorrir com mais entusiasmo quando me aceitei gay.
Aliás, voltemos mais ainda no tempo. Onde você nasceu e por quais cidades passou até desembarcar em Sydney?
Adoro contar essa história. Nasci em Guacuí-ES, uma cidadezinha perto de Cachoeiro do Itapemirim (cidade do rei Roberto Carlos), com 4.5Kg. Praticamente com dois meses de idade, né? (risos). Mudei pra capital Vitória com 14 anos para me preparar para o vestibular e, aos 17 anos, passei no vetibular na UFF, em Niterói, e começou a minha história no Rio de Janeiro, onde vivi 11 anos antes de vir para Sydney.
Você está voltando para reiniciar a carreira em IT. No que se formou?
Me formei na Universidade Federal Fluminense no curso de Bacharel em Ciência da Computação. Sou especialista em Data Warehouse e Business Inteligence. Complexo, né?
Sei que você também adora teatro, sarau e outras formas de manifestações artísticas, além da música. Pretende segui-las? Dar continuidade?
Enquanto eu estiver vivo estarei envolvido com arte. Já era muito envolvido anteriormente assistindo e atrás das câmeras, mas agora eu quero estar em spot light. Me faz bem e alimenta minha alma. Já tenho alguns projetos em vista no Brasil, assim que eles estiverem em fase de conclusão eu mando notícias pra você colocar aqui e a galera ficar sabendo.

Pensando no futuro, quem o fará mais feliz, o cantor/artista Geleia ou o profissional de IT Leornardo Paixão?
Acho que cantar sempre será minha terapia, meu elo, minha vida, mas não posso negar que a parte financeira é importante, e só agora tenho uma consciência melhor sobre isso, talvez porque eu tenha chegado aos 30 anos. Acho que estarei sempre voltado para o público, sempre em contato com pessoas, e é isso que me faz feliz, independentemente da carreira que eu vier a seguir.
Sei que tem uma multidão de gente triste com a sua ida e que certamente entupirá o Beach Road no próximo domingo. Eu, desde que soube da notícia, lá mesmo, sou um deles. Se quiser, use esse espaço para deixar uma mensagem para os que ficam.
Deixo este país com a certeza de que deixarei amigos e pessoas fortes que lutam pelos seus ideais, sonhos e realizações. Agradeço todo carinho, toda atenção, cada sorriso e abraço recebido, levarei comigo as melhores energias, os melhores momentos, mas a certeza de que um dia nos encontraremos novamente, mesmo que seja por recordações de fotos, mensagens ou mesmo inusitadamente pelos caminhos desencontrados da vida.
“Canto que é do canto que eu vou chegar… ” Marcelo Camelo

Modelo - Léo Paixão
Figurino - Léo Paixão / Flavinha Marquez
Assistente de direção artística - Paola Penina
Produção - Vassi Dyulgerova / Guilherme Infante
Assistente de produção - Vassi Dyulgerova
Direção e fotografia: Guilherme Infante
Thursday, July 15, 2010

Antes de mais nada, Jana, parabéns e muitas felicidades! Adoraria dar uma passada aí hoje pra tomar um café com a senhora e o chef, seguido de quantidades industriais de botejas, mas não conseguirei. Motivo?

Logo mais irei para o nosso glorioso Ceará australiano, também conhecido como Gold Coast. É verdade! Esta será a minha primeira vez por aquelas bandas, estou com novo equipamento fotográfico e em breve postarei chapas e posts sobre a capital do surfe do nordeste australiano.
Vanessa Feitosa, companheira de firrrma e vereadora de Coolangatta - um mix de Juazeiro com Cariri -, já avisou que posso desempoeirar as Havaianas e as bermudas do fundo do armário. Assim espero! Em breve trago mais informações.
Por ora, anotem na agenda:

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Circus
Sexta-feira, 16 de julho, a partir das 21h, na The Eastern (Bondi Junction)
Kid Mac Europe Tour
Sexta-feira, 16 de julho, na Winston Kinkdom (Amsterdam - HOL)
Sábado, 17 de julho, no Magneetbar Festival (Amsterdam - HOL)
Domingo, 18 de julho, no Zwarte Cross Festival (Amsterdam - HOL)
Ziggy and Wild Drums
Domingo, a partir das 18h, no Beach Road (Bondi Beach)
Tropical Jam (Geléia)
Domingo, a partir das 22h, no Favela (Kings Cross)
- Nos intervalos, sonzeira com o DJ Leo Chaibun, o uruguaio mais brasileiro do terceiro continente à sua escolha
Abuka Duo no The Pitanga Project
Quarta-feira, 21 de julho, a partir das 19h, no M'ocean (Bondi Beach)
Vote For Mary
Sexta-feira, 23 de julho, a partir das 20h, no The Basement (Circular Quay)
Chilli Samba no Tupinikings
Sexta-feira, 23 de julho, a partir das 21h, no Number Five (Melbourne)
Exibição de "Edifício Master" no Samba Cine Club
Sexta-feira, 23 de julho, a partir das 17h30, no 1000 Poun Bent (Melbourne)
- DJ's from Sydney: Mau e Rapha da Vibez Brazil
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